sábado, 24 de novembro de 2007

Indonésia pode proibir viagem de 'homem-árvore'

Terça-feira, 20 de Novembro de 2007 10:15

O indonésio Dede, 35 anos, que ficou conhecido por "homem-árvore" depois de ter desenvolvido uma doença que transformou suas mãos e pés em aglomerados de verrugas semelhantes a raízes, pode ter sua viagem aos Estados Unidos proibida pelas autoridades locais, informou a agência AFP nesta terça-feira.


A viagem seria para tratamento, mas o ministério da Saúde da Indonésia acredita que ela possa acabar em uma turnê "bizarra". "Nós não vamos dar aos médicos americanos a permissão para levar Dede aos Estados Unidos", disse a porta-voz do ministério, Lily Sriwahyuni Sulistiyowati, a um jornal local.

"Além disso, as pessoas que gostam de Dede, especialmente as que vivem em pequenas vilas, não querem que ele vá embora, e especialmente que forneça amostras de sangue. Normalmente essas pessoas não permitem que estrangeiros façam qualquer tipo de teste em seu sangue", complementou.

Tratamento

Os primeiros exames realizados em Dede foram feitos pelo dermatologista americano Anthony Gaspari como parte de um documentário do canal Discovery. Ele acredita que o indonésio aparentemente sofre com uma variação do vírus do HPV, ou vírus do papiloma humano.

Uma das formas mais conhecidas de propagação da doença é pela relação sexual. Mas no caso de Dede, a doença se agravou por um problema genético do ex-pescador: seus anticorpos são incapazes de combater ou simplesmente deter o crescimento das verrugas.

Gaspari disse acreditar que um severo tratamento com vitamina A pode ajudar a determinar a origem do problema e gostaria de levar o indonésio aos Estados Unidos para estudar o caso.

Com agências internacionais

Vidente brasileiro causa alarme em Sumatra ao prever terremoto

Ter, 20 Nov, 05h07

Jacarta, 20 nov (EFE).- As autoridades da ilha indonésia de Sumatra se preparam para um forte terremoto de 8,5 graus de magnitude, depois de prevenidas pelo vidente brasileiro Jucelino Nóbrega da Luz, segundo confirmaram à Efe fontes oficiais.

"Recebemos uma mensagem através da embaixada da Indonésia em Brasília que nos informa que o professor Nóbrega da Luz acredita que um forte terremoto acontecerá em algum ponto de Sumatra no dia 23 de dezembro", explicou Hamsir Lair, secretário do Governo de Bengkulu, no litoral sudoeste de Sumatra.

"Estamos tomando todas as precauções necessárias. Avisamos à população que esteja alerta para enfrentar um forte terremoto e preparamos a resposta dos serviços de emergência, por via das dúvidas", acrescentou Lair.

Husni Hassanuddin, porta-voz do Governo provincial, afirmou que "um grupo de altos funcionários se reuniu recentemente para decidir sobre o número de refúgios a instalar, sobretudo para cobrir as povoações do litoral", informou hoje a agência estatal "Antara".

Segundo Hassanuddin,as autoridades sabem que não se pode prever um terremoto com tanta precisão e que a informação do vidente brasileiro não tem base científica. Mas preferiram tomar medidas para não ter de enfrentar críticas se realmente acontecer alguma coisa. Assim, o Governo regional vai promover várias simulações de evacuação até 23 de dezembro.

Jucelino da Luz garante no seu site que anunciou com sucesso fatos como o tsunami que causou a morte de mais de 200 mil pessoas em dezembro de 2004 e os atentados contra o World Trade Center de Nova York, em setembro de 2001. Ele afirma que enviou várias cartas ao presidente americano George W. Bush, desde 1998, alertando para os ataques terroristas.

Entre as suas últimas premonições está a de um grande tsunami que se originará nas Ilhas Canárias, por causa de um vulcão, no fim de 2013, que arrasará o litoral americano.

O vidente brasileiro é conhecido internacionalmente por reivindicar do Governo dos Estados Unidos US$ 25 milhões como recompensa por ter informado, numa carta, o lugar onde estava escondido Saddam Hussein.

quarta-feira, 24 de outubro de 2007

Indonésia ordena que população deixe região próxima a vulcão

da Efe, em Jacarta

As autoridades da Indonésia ordenaram a retirada forçada das pessoas que vivem na região do vulcão Kelud. Entretanto, muitas delas se recusam a deixar suas casas, apesar do alerta de analistas de que uma erupção pode acontecer a qualquer momento.

"Temos que fazer isto deste modo, pela segurança das pessoas. Se não as obrigarmos, elas não sairão da área de risco, apesar das advertências do governo", declarou o chefe de polícia do distrito de Kediri, Tjuk Basuki, ao jornal "The Jakarta Post".

Várias patrulhas da Polícia percorrem as encostas do Kelud, que tem 1.713 metros de altitude, obrigando os moradores das localidades situadas num raio de dez quilômetros da cratera a subirem em caminhões que os levarão para abrigos seguros.

"Embora seja uma evacuação forçada, disse a meus homens para não usarem a força. Aqui a persuasão é mais efetiva que a coação", disse Basuki.

Das 40 mil pessoas que vivem nas áreas de risco do distrito de Kediri, 28 mil já foram transferidas para acampamentos temporários.

A última vez que o vulcão entrou em erupção foi 1990, ocasião em que 16 pessoas morreram. Em outra ocorrência como essa, em 1919, os mortos foram cerca de 5.000.

Previsão

Muitos habitantes não querem deixar suas casas com medo de terem seus pertences roubados. Para permanecerem no local, vários usam o argumento de que o "adat" (vigilante espiritual do vulcão), um indonésio de 64 anos chamado Mbah Ronggo, ainda não previu a erupção do Kelud.

No entanto, a Polícia conseguiu convencer Ronggo a ser evacuado, o que pode levar muitos a seguirem-no.

"Vim (para o refúgio) porque a polícia me pediu e disse que é preciso garantir que as outras pessoas fiquem a salvo", declarou o "adat", que, segundo a tradição javanesa, vigia os vulcões e se encarrega de manter a harmonia entre o homem e a montanha por meio de cerimônias e outros atos.

"No entanto, fiz um ritual no topo do Kelud e acho que ele não vai entrar em erupção. Ainda não chegou a hora", acrescentou Ronggo.

Menina de 10 anos morre vítima da gripe aviária na Indonésia

Ao todo, 89 já morreram no país, o mais castigado no mundo pelo vírus (Grifo meu!!! Adoro esse país)

Efe

JACARTA - Uma menina de 10 anos tornou-se a 89ª vítima fatal da gripe aviária na Indonésia, país mais castigado no mundo pelo vírus, confirmaram nesta segunda-feira, 22, fontes oficiais.

A criança foi internada no sábado em um hospital da província de Riau, na ilha indonésia de Sumatra, e morreu menos de doze horas depois, segundo a agência oficial Antara.

O último caso registrado até agora também havia sido de um menor, uma criança de 12 anos que morreu no dia 12 de outubro em Java Ocidental por causa da cepa H5N1, a mais mortífera do vírus.

A Indonésia, o país mais castigado pela epidemia da gripe aviária, conta com um índice de contágio de 78% em casos confirmados e a epizootia se transformou em endêmica nas ilhas de Java (a mais povoada do país), Sumatra e Bali, assim como na região meridional das Célebes.



http://www.estadao.com.br/vidae/not_vid68600,0.htm

Naufrágio na Indonésia deixa 31 mortos

JACARTA (AFP) — Pelo menos 31 pessoas morreram após o naufrágio de um ferryboat próximo à ilha indonésia de Sulawesi, informou uma rádio local.

"Há 31 mortos", incluindo crianças e adultos, revelou a rádio Elshinta.

No navio viajavam 151 pessoas, de acordo com a emissora.

Segundo a rádio, moradores da costa que vivem próximos à cidade de Bau Bau ouviram gritos de socorro após o naufrágio, por volta das 21H00 local.

"Moradores ouviram os gritos" e tentaram socorrer as vítimas do naufrágio, que ocorreu a cerca de 500 metros da costa.

Bau Bau fica a cerca de 1.500 km a nordeste de Jacarta, a capital indonésia.

Indonésia: Tribos rivais defrontam-se com arcos e flechas

Indonésia: Tribos rivais defrontam-se com arcos e flechas
Tribos rivais armadas de arcos e flechas defrontaram-se junto a uma mina de ouro norte-americana na região indonésia de Papua, fazendo oito mortos, informaram hoje um funcionário da empresa e média nacionais.

Pelo menos outras 19 pessoas ficaram feridas na luta, ocorrida na quarta-feira, refere o Jakarta Post, indicando que as autoridades daquela ilha oriental da Indonésia não se mostraram disponíveis para comentar.

Os combates iniciaram-se em aldeias junto da gigantesca mina de ouro e cobre explorada pela companhia Freeport-McMoran, disse o porta-voz da empresa, Mindo Pangaribuan.

Pangaribuan acentou que os confrontos não tiveram relação com a empresa mineira e não afectaram a produção.

O Jakarta Post noticia que mais de 120 polícias foram destacados para a área para manter a ordem.

Os média referem que uma desavença de dinheiros terá desencadeado o confronto entre as tribos que já têm um historial de mau relacionamento.

A Papua é a região mais pobre da Indonésia e localiza-se a 3.200 quilómetros a nordeste de Jacarta.

Diário Digital / Lusa

18-10-2007 3:08:00

segunda-feira, 1 de outubro de 2007

Indonésia confirma 86ª morte por gripe aviária

01/10/2007 - 01h55
Indonésia confirma 86ª morte por gripe aviária


da Efe, em Jacarta

A morte de um homem de 21 anos por causa da gripe aviária na Indonésia aumentou para 86 o número de vítimas do vírus no país, o mais afetado no mundo, confirmou hoje o Ministério da Saúde.

O jovem morreu na última sexta-feira (28) em um hospital da capital Jacarta. Análises feitas em dois laboratórios confirmaram a presença da cepa do vírus H5N1, a mais mortífera das 12 conhecidas da gripe aviária até agora, disse à imprensa local a porta-voz do ministério, Lily Sulisyowati.

Ainda se investiga a causa do contágio, pois as autoridades desconhecem se o morto esteve em contato com aves.

A Indonésia tem um índice de contágio de 78% em casos confirmados, e a epizootia (epidemia entre animais) virou endêmica nas ilhas de Java (a mais povoada do país), Sumatra e Bali, além do sul das Célebes.

Milhares fogem da ameaça de vulcão na Indonésia

Milhares fogem da ameaça de vulcão na Indonésia

Milhares de pessoas serão evacuadas das proximidades do vulcão Mount Kelud. Neste domingo, ele mostrou alto nível de atividade e elevada formação de gases, o que indica que ele pode entrar em erupção.

O vulcão, localizado a 620 quilômetros da capital Jacarta, tem 1 731 metros de altura e está mais quente e emitindo mais dióxido de carbono que o normal. As autoridades se preparam para retirar aproximadamente 24 mil pessoas que vivem à beira da zona de risco.

Os moradores e turistas já foram informados para se afastar a pelo menos cinco quilômetros da zona de risco, pois há possibilidade de uma erupção maior do que a esperada.

Mount Kelud, um dos vulcões mais ativos no país, entrou em erupção pela última vez em 1990. A Indonésia faz parte do "Anel de Fogo" - uma série de vulcões que se estendem desde o Japão até o sudeste da Ásia.

sábado, 15 de setembro de 2007

Indonésia: Novos terremotos voltam a assustar moradores de Sumatra

Novos terremotos voltam a assustar moradores de Sumatra

2 horas, 43 minutos atrás

Por Ahmad Pathoni

PADANG BAKUNG, Indonésia (Reuters) - Amedrontados com novos terremotos, moradores da ilha indonésia de Sumatra se encolheram na sexta-feira dentro das tendas armadas nos quintais de casas destruídas pelo violento tremor desta semana. Mais de 40 sismos secundários foram sentidos em dois dias.

A agência meteorológica do país emitiu na sexta-feira mais um alerta sobre tsunamis, após um novo tremor violento em Sumatra. O alerta, porém, foi suspenso cerca de uma hora depois.

Desde o tremor principal na quarta-feira, com magnitude 8,4, são registrados outros movimentos menores, com magnitudes de 4,9 a 7,8, que provocam repetidos alertas de tsunami, num país ainda traumatizado pelo tsunami de dezembro de 2004.

O sismólogo Mike Turnbull, da Universidade Central de Queensland (Austrália), disse que o excesso de alertas pode gerar uma certa complacência da população. "O problema é que são terremotos imensos, (que) tinham toda a capacidade de gerar um grande tsunami", afirmou.

Moradores de duas áreas da província de Bengkulu relataram à Reuters a ocorrência de tsunamis após o terremoto de quarta-feira. Cerca de 100 casas foram danificadas por uma onda de três metros em Serangai, 70 quilômetros ao norte da cidade de Bengkulu, mas sem deixar vítimas.

"De repente, ouvi o barulho da água vindo, parecia preta. Aí disse para todo mundo correr", disse o agricultor Johan, 60 anos, que como muitos indonésios usa um só nome. Ele contou que a maioria das pessoas já havia se refugiado em áreas mais altas após o tremor.

Algumas casas foram arrastadas por cerca de 10 metros pela água. Troncos e galhos bloqueiam a principal rua do lugar.

A aldeia de Padang Bakung, duas horas de viagem ao sul de Bengkulu, também sofreu um tsunami que levou até meio metro de água para dentro das casas, que ficam a cerca de 60 metros da costa.

"Temos uma sirene, mas ela não funciona devido à falta de luz após o tremor", disse Marsan, chefe da aldeia, acrescentando que de qualquer forma o alarme só seria ouvido num raio de 100 metros.

Rustam Pakaya, diretor do centro de crises do Ministério da Saúde, em Jacarta, disse que 14 pessoas morreram e 56 ficaram feridas na região desde quarta-feira.

Os novos tremores causaram pânico entre milhares de pessoas instaladas em acampamentos improvisados. Elas usam lanternas e lampiões de querosene, e fazem fogueiras à noite para se aquecer.

No hospital de Bengkulu, principal centro de atendimento para as vítimas de quarta-feira, pacientes tiveram de ser transferidos para tendas no jardim.

O tremor de quarta-feira foi o mais forte registrado este ano no mundo.

O especialista Turnbull disse que a região deu sorte de escapar de um tsunami como o que matou 280 mil pessoas em vários países da África e da Ásia em 2004, depois de um tremor de magnitude 9 na mesma região.

Os terremotos dos últimos dias foram sentidos também em Cingapura, Malásia e Tailândia.

Terremotos são frequentes na Indonésia, arquipélago localizado no chamado "Círculo de Fogo do Pacífico", que fica na confluência de várias placas tectônicas.

(Com reportagem de Mita Valina Liem e Adhityani Arga em Jacarta e Beawhiharta em Serangai)

quarta-feira, 11 de julho de 2007

Indonésia: naufrágio mata 2 e deixa 45 desaparecidos

Indonésia: naufrágio mata 2 e deixa 45 desaparecidos

Duas pessoas morreram e outras 45 se encontram desaparecidas nesta quarta-feira, depois do naufrágio de um ferry-boat na Indonésia. Vinte e três pessoas foram resgatadas com vida. O mau tempo dificulta as tarefas de socorro.

O "Wahai Star" fazia o percurso da ilha de Buru à grande cidade de Ambon, no arquipélago das Molucas, com aproximadamente 70 pessoas a bordo. Os naufrágio são freqüentes na Indonésia, um imenso arquipélago de mais de 17 mil ilhas, e no geral as listas de passageiros não registram o número real de pessoas a bordo.

Karim Tuanaya, chefe de Navegação do distrito de Ambon, explicou que a embarcação saiu com cerca de 20 passageiros, mas não pôde confirmar o número exato de pessoas que estavam a bordo do barco no momento em que desapareceu, já que ele fez várias paradas na ilha de Buru.

O "Wahai Star" transportava ainda uma tripulação de 17 pessoas quando fez seu último contato radiofônico, na noite de terça-feira, para informar sobre problemas mecânicos. Várias equipes rastreiam as águas da região, mas, por enquanto, não há nenhuma notícia do paradeiro do barco.

Em 30 de dezembro de 2006, o navio "Senopati Nusantara" naufragou entre as ilhas de Bornéu e Java com 628 pessoas a bordo, das quais 338 continuam desaparecidas. As autoridades indonésias dão uma pessoa desaparecida como morta após dois anos da data em que ela sumiu.

Com agências internacionais

Motivação

Segundos dados estatisticos duvidosos, um de cada tres desastres acontece na Indonésia. Esse blog nada mais é do que uma coleção de noticias a respeito desse assunto.